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Type Working Paper - PNAD. Minas gerais
Title Fatores Associados À Realização Do Exame Preventivo Papanicolau Pelas Mulheres Do Estado De Minas Gerais Em 2003
Author(s)
Publication (Day/Month/Year) 2003
URL http://core.ac.uk/download/pdf/6519696.pdf
Abstract
As neoplasias constituem-se na segunda principal causa de morte entre as mulheres brasileiras, ficando atrás apenas, das doenças do aparelho circulatório. Sendo que, as neoplasias de câncer de mama e a de colo uterino são as mais incidentes em todas as regiões brasileiras, excetuando-se os tumores de pele não melanoma (INCA 2008). Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2008, devem surgir, no Brasil, 18.680 novos casos de câncer de colo de útero, sendo que destes, 1.360 novos casos serão detectados no estado de Minas Gerais. O câncer de colo uterino, quando descoberto no estágio inicial, apresenta excelente prognóstico, ou seja, tem ampla possibilidade de cura. Mas no estado de Minas Gerais, essa neoplasia continua apresentando alta taxa de mortalidade e o principal motivo pode ser o fato de que o diagnóstico da doença dá-se em estágios mais avançados. Para que a doença seja detectada precocemente, a forma mais eficiente é a realização do exame preventivo Papanicolau. Por esse motivo, o exame de Papanicolau é a estratégia utilizada nas últimas décadas, em diversos países, para a detecção precoce deste câncer e suas lesões precursoras. O objetivo deste trabalho é investigar quais são os fatores associados à realização do exame preventivo para o câncer de colo uterino, pelas mulheres mineiras. Os dados a utilizados neste estudo são provenientes da Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios – PNAD de 2003 e de seu suplemento de Saúde. O modelo de análise utilizado foi a regressão logística binária. Os principais fatores que apresentaram maior associação com a realização do exame preventivo neste estudo foram: ser escolarizada, o número de consultas médicas nos últimos 12 meses, ter filhos, renda familiar de cinco salários mínimos ou mais, ter plano de saúde, residir na área urbana, ter menos de 59 anos, ser economicamente ativa e avaliar positivamente a própria saúde.

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